A Polícia Federal (PF) usará o material genético colhido dos presos na hora da invasão às sedes dos Três Poderes e no acampamento em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, para comparar com as amostras coletadas nos locais e objetos depredados durante os atos terroristas.
Além disso, a PF periciará os celulares de quem foi apreendido. O ministro da Justiça, Flávio Dino, declarou que mais de mil telefones foram apreendidos, e que eles estão sendo examinados por técnicos, que analisam trocas de mensagens e com quem esses diálogos ocorreram.
A PF espera obter com as análises de DNA comprovação de quem esteve presente no local da depredação. Já com a perícia dos aparelhos, espera encontrar, com ajuda das mensagens, identificar os responsáveis por financiarem a invasão.
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