No ultimo dia útil de seu mandato, o prefeito Alcides Bernal, não conseguiu produzir até agora uma única linha, que comprovasse um tostão sequer desviado de seu antecessor por dezessete meses, o ex-vice prefeito Gilmar Olarte.
No momento que retomou o cargo no dia 25 de agosto de 2015, pelo voto dos desembargadores Sergio Martins e Tania Borges, Bernal prometeu uma ampla auditoria, que apontaria desvios e superfaturamentos supostamente cometidos pelo seu algoz enquanto prefeito.
Em algumas entrevistas na época, ele chegou a culpar Gilmar Olarte por um rombo que estaria "inviabilizando" a administração. Com o correr do tempo porém, nenhuma auditoria foi divulgada, e denúncia alguma encaminhada ao Tribunal de Contas ou ao MP, referente ao período na qual Gilmar esteve a frente da prefeitura. Isso referente a questões de cunho administrativo.
Na reta final de sua gestão, Alcides Bernal tem culpado os desvios da "Coffe Break" para justificar os problemas maiúsculos de sua administração e não cita mais aquele que lhe tirou por dezessete meses do cargo. O detalhe é que na época que se desenvolveram os fatos investigados nessa operação, ele Bernal era o prefeito da Capital, ou seja se desvios houveram, foram sob sua responsabilidade, o que torna a acusação mais uma falacia.
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