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Política

Beto Pereira quer novo polo empresarial nas Moreninhas

Proposta foi feita durante encontro com empresários da FIEMS

19 setembro 2024 - 14h43Pedro Molina

O deputado federal e candidato à Prefeitura de Campo Grande pelo PSDB, Beto Pereira, anunciou, durante reunião com empresários da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (FIEMS) na quinta-feira (19), planos para a criação de um novo polo empresarial nas Moreninhas.

A proposta integra uma série de iniciativas para alavancar a indústria campo-grandense, além de corrigir o que Beto chama de “descompasso” entre o crescimento de MS e o da Capital.

“O Mato Grosso do Sul cresceu cerca de 30% nos últimos 10 anos, enquanto Campo Grande diminuiu 1,59% no mesmo período. Há algo errado, e precisamos enfrentar isso, começando pelos polos industriais”, afirmou o candidato.

Para Beto, o posicionamento do novo polo nas Moreninhas seria estratégico, estando próximo a áreas residenciais, o que facilitaria o acesso da mão de obra local e reduziria o tempo de deslocamento dos trabalhadores.

Além da criação do novo polo, o tucano apresentou seu diagnóstico sobre os polos empresariais já existentes na Capital com propostas de melhorias estruturais.

Outro ponto de sua proposta está na criação de um “núcleo de infraestrutura” nos polos empresariais, em parceria com o Sistema S e a FIEMS. Ele prevê a construção de creches dentro dos polos industriais, financiadas em parte por empresários e pelo poder público.

“Vamos fazer uma creche em conjunto com os empresários e o Município, oferecendo às famílias um diferencial: a mãe ou o pai deixa o filho na creche ao chegar para o trabalho e o busca na saída. Isso dá conforto e segurança para todos”, afirmou.

O deputado também ressaltou a necessidade de se revisar o Programa de Incentivos para o Desenvolvimento Econômico e Social (Prodes), afirmando que a legislação atual está ultrapassada, com a burocracia e a insegurança jurídica afastando novos investimentos.

“A principal causa de afastamento dos empresários é a burocracia. O licenciamento ambiental, o alvará, o habite-se. A lei do Prodes ficou arcaica”, afirmou.

 

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