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Política

Bolsonaro assina decretos na cama do Hospital Albert Einstein

O presidente conversa, transmite orientações e prepara-se para despachos

01 fevereiro 2019 - 09h15Rayani Santa Cruz, com Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro se prepara para retomar os despachos com os ministros, em seu quarto dia de recuperação após a cirurgia de reconstrução do trânsito intestinal. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, ele se mantém informado e transmitindo orientações. Transgredindo determinações médicas, ele tem conversado. A recomendação é para evitar falar.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o filho Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, seguem acompanhando o presidente no hospital. Na quinta-feira (31), Bolsonaro caminhou pelo quarto e fez fisioterapia. Ele ainda é alimentado por via endovenosa.

Decretos

Bolsonaro assinou ontem decretos, na cama do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, na presença de representante da Subsecretaria de Assuntos Jurídicos da Casa Civil. Um dos textos trata da reestruturação da Vice-Presidência..

Também foram assinados outros documentos que tratam da estrutura regimental do Ministério da Economia, da Casa Civil, da Secretaria-Geral, da Secretaria de Governo e da Controladoria-Geral da União (CGU).

Mensagem

O presidente elaborou mensagem ao Congresso Nacional, cujo ano legislativo será aberto segunda-feira (4). O porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, disse que o texto apresenta proposta que auxilia no combate ao crime organizado e à corrupção, atacando o fim da impunidade por meio da Lei Anticrime.

No texto, há propostas para acabar com os gargalos logísticos “que tentam atrapalhar o setor produtivo do Brasil”, segundo Rêgo Barros. De acordo com ele, de forma imediata será apresentada uma revisão da Lei de Segurança de Barragens.

Questionado sobre a inclusão dos militares na reforma da Previdência, o porta-voz disse que não tem nenhuma proposta específica. “Naturalmente, o nosso presidente está enxergando e identificando todas as possibilidades, sejam para os funcionários militares, sejam para funcionários de outras carreiras e a sociedade de maneira geral”, afirmou.
 

 

Asa - anestesistas

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