O presidente do Partido Social Cristão (PSL) de Mato Grosso do Sul, Rodolfo Oliveira Nogueira, afirma que nunca ameaçou a senadora Soraya Thronicke (PSL), e que se surpreendeu com as acusações. Conforme Ata Notarial que consta em um processo da Justiça Eleitoral revela conversas de um aplicativo de mensagens e apontam que não haviam divergências entre os dois.
No ano passado, a então candidata ao senado pelo PSL, Soraya, alegou sofrer ameaças por parte de Rodolfo Oliveira, após seu nome ser escolhido para disputar as eleições de 2018. Porém provas apontam que a Soraya, mesmo com suas acusações, não deixou de conversar com o colega de partido o que deixa dúvidas sobre suas acusações.
Segundo ela, as ameaças teriam ocorrido devido a uma reclamação que fez ao diretório nacional do partido onde Nogueira usava outros nomes, também candidatos ao senado, afirmando que os mesmo estariam apoiando o então candidato à presidente, Jair Bolsonaro (PSL).
Mesmo com boletim de ocorrência e sendo ameaçada, segundo Soraya, ela manteve suas relações partidárias com Rodolfo normalmente. Como mostram conversas feitas pelo WhatsApp. “Surpreendo-me com as acusações. Se eu realmente tivesse a ameaçado, porque ainda estaria falando comigo? Se alguém me ameaçar eu corto relações com esta pessoa”, questionou Rodolfo.
Soraya registrou, no dia 27 de setembro do ano passado, um boletim de ocorrência contra Rodolfo dizendo que sofria ameaças por parte do atual presidente do PSL. De acordo com o registro, ela formalizou sua denúncia 26 dias depois de sofrer as supostas ameaças, porém, nesse mesmo período de agosto e setembro ela manteve uma relação amigável com o seu colega de partido.

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Conversas no whatsApp mostram que a convivência continuou mesmo depois de supostas ameaças (Reprodução/Internet)



