Em Brasília, após reunião de mais de uma hora realizada na quarta-feira (8), o governador André Puccinelli (PMDB), junto da bancada de seu partido , decidiu manter o apoio à presidente Dilma Rousseff (PT), baseando-se na coalizão nacional entre os partidos.
Na pauta da reunião, esteve a relação do partido com o Governo Federal após a crise com a saída de Flávio Britto da superintendência da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) em Mato Grosso do Sul. A decisão mantém a sintonia do PMDB de MS com o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), votando separado apenas em questões íntimas, como em casos onde envolver religião ou convicção mais íntima.
Estiveram na reunião o senador Waldemir Moka e os deputados Fábio Trad, Edson Giroto e Marçal Filho, alé, do coordenador da bancada federal do Estado, deputado Geraldo Resende (PMDB). Ficou também decidido que será de responsabilidade do governador a condução da interlocução do partido com o Governo Federal.
Fábio Trad diz que a reunião não abordou a troca de cargos. Por Puccinelli, foi solicitado auxílio dos parlamentares do PMDB e um pedido de manutenção do empenho para conseguir a liberação de recursos para o Estado. Entre as recomendações estão a defesa de uma redistribuição do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e empenho para que nenhum recurso seja perdido.
Antecedente
A polêmica e suposto racha entre os partidos começou no dia 20 de janeiro, data da publicação da nomeação de Pedro Teruel (PT) na Funasa, no lugar de Flávio Britto, indicado pelo PMDB.
O líder da bancada federal do Estado, deputado Geraldo Resende (PMDB), declarou que a indicação foi uma bofetada no PMDB de Mato Grosso do Sul e prometeu resposta. Já o senador Delcídio Amaral (PT) minimizou a briga e afirmou que se tratava de uma questão pessoal.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Vídeo: "Orem por mim", diz Tiago Vargas ao colocar tornozeleira após condenação

Conselho de Ética avalia representações contra Pollon

Péter Magyar é eleito primeiro-ministro da Hungria e encerra era de 16 anos de Viktor Orbán

Promotores pedem júri popular e apontam que Bernal matou servidor por 'vingança'

Republicanos dispara e MDB perde espaço na Assembleia de MS

Condenado por atacar ex-governador, Tiago Vargas vai usar tornozeleira e chora em vídeo

Wilton Acosta sofre derrota na Justiça e não consegue suspender a eleição do CONSEPAMS

Pastor Roger Reggiori é eleito e empossado novo presidente do CONSEPAMS

Encontro de vereadores reúne mais de 500 participantes e reforça integração entre poderes em MS


A presidente Dilma Rousseff (PT) e o governador de MS, André Puccinelli (PMDB) 



