O jornal Folha de São Paulo e o site UOL, publicaram neste sábado (14), trechos de uma "investigação", que poderia comprometer o ministro Carlos Marun. Ele estaria auferindo "benefícios" para apressar cartas sindicais no Ministério do Trabalho, fato que consta na operação "Registro Espúrio", da Polícia Federal.
Se depender do teor da reportagem, no entanto, o ministro terá poucas dificuldades para se defender, pois a denúncia parece vaga.
Em um dos trechos do inquérito que vazou mesmo sendo sigiloso, diz se que entidades "possivelmente ofereceram vantagens" a Marun.
A afirmação já é por si só vazia de qualquer conteúdo, pois não traz eventuais valores do "beneficio", nem transferência, nem qualquer movimentação suspeita que possa ancorar sequer o "possivelmente".
Mas a leitura atenta traz mais um componente, e esse sim, capaz de vislumbrar se o envolvimento de Marun nesse inquérito, tem ares de "encomenda" ou "forçação de barra".
As entidades apontadas como beneficiadas e partícipes desse conluio, são nada mais nada menos que, os sindicatos dos Servidores do Poder Judiciário e do Ministério Público da União.
Resta saber como eles, dariam “benefícios” ao ministro, ou mais longe ainda, se órgãos classistas, com esse perfil, participariam de uma pataquada, como a sugerida no texto.
Um funcionário do Ministério do Trabalho relatou ao JD1 Notícias, ser comum políticos ou assessores destes, agendarem ou até participarem de reuniões com demandas classistas.


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