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Política

Junior Mochi analisa que palanque independente de Simone cria impasse político

Fala do deputado ocorre após presidente do MDB confirmar apoio à ministra ao Senado

13 novembro 2025 - 11h11Vinícius Santos e Sarah Chaves    atualizado em 13/11/2025 às 11h30

Nesta quinta-feira (13), o deputado estadual Junior Mochi (MDB) comentou as especulações em torno da pré-candidatura da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), ao Senado Federal, alegando que “cria um problema” para a candidatura do Governador Eduardo Riedel.  

“O fato dela vir nessa questão do palanque independente cria um problema para a candidatura do governador [Riedel) e cria também um problema político para nós”, afirmou Mochi ao JD1.

O deputado explicou que o desafio é de ordem política e envolve compromissos assumidos anteriormente pelo partido. “Nós temos aí um problema de ordem política, que não envolve só o MDB, porque nós fizemos um acordo, lá no início deste mandato, com todas as lideranças, inclusive com ela [Simone], de que apoiaríamos o Eduardo Riedel, que faria parte da bancada de sustentação ao governo. Nesse acordo, desenhamos a eleição de 2024, que foi cumprido por ambas as partes, e que em 2026 estaríamos juntos. Para Simone ser candidata, como ela tem dito que é candidata, se o Lula pedir, ela é uma candidata, então vai apoiar o Lula. Está certo, ela está sendo coerente porque é ministra. Entretanto, temos que entender e o governo vai ter que manifestar se ele aceita o palanque que ela quer, que seria um palanque independente, apoiando Lula e Riedel”, explicou.

Mochi ressaltou que a situação ainda está em fase de conversa e que a decisão só se efetivaria na janela partidária, prevista para março e abril de 2026. “Eu dei minha palavra e vou cumprir de que nós vamos estar juntos com o governo no apoio ao Riedel e ao Reinaldo Azambuja, que também mira o Senado”, disse.

O deputado disse ainda que, caso a ministra venha a formalizar a candidatura, o partido teria dificuldade de aceitação. “Ela foi candidata à Presidência da República, é ministra. Se ela vier, ela vai ser candidata. E aí, os incomodados que se mudem. Eu me sinto incomodado com essa situação política, porque acho que o governador [Riedel] tem que ter um posicionamento claro também sobre isso”, afirmou.

Sobre a possibilidade de mudar de partido, Mochi disse que nunca pensou sobre isso. “Estou há 44 anos no mesmo partido... Mas, dependendo da condução dessa situação, da forma que isso vai ficar, às vezes, talvez seja essa a alternativa... eu nunca pensei em sair, por conta de uma história...”.

O deputado ainda ressaltou que o Governo do Estado precisa se manifestar, já que Riedel é de centro-direita e Simone Tebet estaria no palanque do Lula, que é de esquerda.

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