Ao menos 22 prefeitos eleitos em outubro do ano passado, dois deles de cidades sul-mato-grossenses, não assumiram o cargo e nem tomaram posse na quarta-feira (1º), por decisão da Justiça Eleitoral.
Em Mato Grosso do Sul, os prefeitos das cidades de Bandeirantes e Paranhos foram barrados de assumirem os cargos no primeiro dia do ano. Em ambos os casos, quem assumiu o executivo municipal foi o presidente da Câmara dos Vereadores.
O prefeito eleito de Bandeirantes, Álvaro Urt (PSDB), foi cassado em 2020, quando era prefeito do município, e ficou inelegível por oito anos. Ele ainda recorre da cassação e tenta assumir o mandato.
O caso de Urt segue, segundo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em discussão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com um novo julgamento sobre a inelegibilidade marcado para fevereiro deste ano.
No caso do prefeito eleito de Paranhos (MS), Heliomar Klabunde (MDB), ele está inelegível até 13 de abril de 2025, após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomada em 19 de dezembro.
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