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Política

País vai avançar com desenvolvimento econômico aliado a educação, diz líder do PDT

Presidente local do partido, Yves Drosghic pretende estruturar a sigla para as próximas eleições

30 agosto 2019 - 17h15Rauster Campitelli e Priscilla Porangaba    atualizado em 30/08/2019 às 17h43

Eleito presidente pelo Partido Democrático dos Trabalhadores (PDT) de Campo Grande no dia 1º de junho, o advogado Yves Drosghic comanda a sigla pelos próximos dois anos. De olho nas eleições municipais, ele está disposto a renovar o partido e acredita que o desenvolvimento econômico, aliado a uma educação emancipadora, é um dos pilares para que o país avance. Em entrevista ao JD1 Notícias, Yves disse que pretende levar o maior número possível de vereadores ao Legislativo Municipal, mas para isso é preciso eleger um prefeito pela sigla.

Ele afirmou que não pretende se candidatar a prefeito no momento, mas sim estruturar o partido para as eleições do próximo ano. “Nós tivemos no ano passado uma disputa nacional, lançamos o Ciro Gomes à presidência da República e, apesar de não ter ido para o segundo turno, ficou em 3º lugar e, dentro das pesquisas, ficou como o segundo candidato da maioria. Então dentro dessa perspectiva o PDT está se organizando para as eleições municipais”, disse Yves, frisando que o partido acredita na nacionalização das eleições.

“A nova legislação preconiza, já para 2020, que não pode mais haver coligação para vereador, então todos os partidos terão chapa completa, ou chapa pura como chamamos. Pensando nisso, nós assumimos o partido primeiro para fazer uma renovação, que é necessária, e para que a gente possa organizar a chapa de vereadores para fazer uma bancada forte na câmara municipal e, obviamente, nós devemos lançar candidato a prefeito”, esclareceu.

“Hoje vale mais à pena termos essa candidatura para discutir a cidade e também para divulgar as propostas de Ciro Gomes para 2022. Nós acreditamos que a eleição estará altamente nacionalizada por conta de toda essa conjuntura. Os grandes temas que estão em voga hoje, com relação a meio ambiente, educação, empregabilidade, segurança pública, serão pautados nas eleições municipais. O PDT precisa ter candidato”, destacou Yves.

Segundo ele, o incentivo de Ciro Gomes é importante para o projeto local do PDT. “Ele desponta hoje como a maior liderança de oposição ao governo federal, então a gente precisa aproveitar as próximas eleições para falar sobre o que pensamos para o Brasil, em um contexto local”.

Deputado Dagoberto Nogueira é o nome da sigla para a prefeitura

Questionado sobre o nome da sigla que deve disputar as eleições para a prefeitura, Yves revelou que “o primeiro nome que temos, obviamente, é o do deputado Dagoberto Nogueira, que já disputou a prefeitura em 2004 e teve 15% dos votos. Seria o mais apto nesse momento, mas isso não exclui outras possibilidades”. Atualmente Dagoberto é presidente regional do PDT.

Quanto à escolha dos vereadores, ele cita que a intenção é lançar a chapa completa ou selecionar os melhores, principalmente os que tenham capilaridade eleitoral e que tenham também a ideologia do partido.

“Então a gente quer fazer de três a quatro vereadores. Nossa principal ideologia preconiza que o trabalho é fundamental para tudo e, para que você tenha trabalho, você deve ter desenvolvimento econômico, aliado a uma educação emancipadora. Os dois estão na linha de frente para combater violência, discriminação, para fazer com que o Brasil avance e seja um país mais evoluído”.  

Em relação ao tema, ele cita que o PDT construiu no Rio de Janeiro mais de 500 Cieps (Centros Integrados de Educação Pública), “uma ideia do Darcy Ribeiro, implementada pelo Leonel Brizola”. Essas escolas também capacitam os alunos, encaminhando para o mercado de trabalho.

Sobre possíveis alianças com outras siglas, o líder local disse que está conversando com partidos que pensam como o PDT. “MDB, PRB, PCdoB, PSB, PV e Pros são partidos com quem a gente conversa bastante. É possível atrair alguns desses para uma aliança, mas o mais importante para nós é a pluralidade de candidaturas no ano que vem”.

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