Um professor de 35 anos que não teve a identidade revelada, foi preso em flagrante na quarta-feira (3) pela Polícia Federal (PF), por compra de votos, na Vila Carvalho, em Campo Grande.
De acordo com informações da PF, o autor foi preso logo após efetuar pagamentos a eleitores na condição de colarem adesivo de seu candidato, em seus carros. Além disso, os eleitores recebiam orientações em quem votar e uma “cola” eleitoral com o número do candidato favorecido.
Os agentes da PF apreenderam R$ 800,00, material de campanha e lista de eleitores que já haviam sido pagos por adesivarem seus carros. O professor responderá pelo delito do Artigo 299 do Código Eleitoral e poderá pegar até quatro anos de prisão, além de multa.
Em depoimento, autor confessou que prestava serviço para a campanha do candidato ao Senado Federal pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC), Delcídio do Amaral. Em nota, o presidente do PTC, em Mato Grosso do Sul, Cezar Renato Gazzola, afirmou que “não contratou, nem vai contratar cabos eleitorais para a campanha de Delcídio”.
Gazzola reforçou que a ação do suposto cabo eleitoral acusado de práticas ilícitas tem característica de armação política e que o partido vai pedir investigação.
*Matéria atualizada às 10h16min para acréscimo de informações
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Simone Tebet descarta disputa pelo governo de SP e cita Haddad e Alckmin

Congresso Nacional retoma trabalhos em fevereiro com 73 vetos de Lula na pauta

Adriane Lopes corta 220 vagas do Instituto Mirim e reduz inclusão de adolescentes

Lula fará cirurgia de catarata no olho esquerdo na sexta-feira

Justiça declara nulo ato que efetivou Marquinhos Trad na ALEMS sem concurso público

Tarcísio chega em comboio à Papuda para visitar Bolsonaro

TRE-MS retoma julgamentos com foco em irregularidades eleitorais

Com ano eleitoral, Senado inicia 2026 com novo equilíbrio entre bancadas

Veto que pode suspender aumento da taxa do lixo vai a votação em 3 de fevereiro

O autor confessou que trabalhava para a campanha do candidato ao Senado, Delcídio do Amaral; Partido do candidato rebate e fala em armação política (Reprodução/internet)



