Durante transmissão ao vivo pelo Facebook, o prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, informou que a Prefeitura Municipal já recebeu 311 denúncias contra pessoas ou empresas que estão desobedecendo às medidas como a do Decreto do toque de recolher, que começou a valer no último sábado (21).
Segundo o prefeito, além de conveniências que insistem em ficarem abertas, outras empresas não estão fazendo um cronograma de escala para evitar um número grande de funcionários nos locais de trabalho. “Por ganância, esses empresários não estão levando em conta a vida humana, pois obrigam os funcionários a fazerem o experiente normal. Além disso, também recebemos reclamações que esses locais não estão disponibilizando os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)”, apontou.
Marquinhos também falou que as algumas conveniências teimam em permanecerem abertas. “Na noite de ontem (22) já tivemos a prisão de um comerciante e outras duas pessoas. Ou seja, não seremos tolerantes, pois o cidadão precisa ter consciência que estamos atravessando um momento muito difícil, portanto, fique em casa”, finalizou.
O prefeito ainda falou que as medidas podem ser consideradas duras, mas elas podem garantir o menor número de infectados possível de Covid-19 na capital. “Decretamos o fechamento de escolas e shoppings centers antes de capitais como São Paulo, por exemplo, mas hoje ela soma 19 mortes, porém Campo Grande nenhuma. Ou seja, as medidas podem ser consideradas duras, mas temos demonstrações dos países demoraram tomar atitudes como essas. A Itália, outro exemplo, já superou o número de mortos da China, onde a pandemia começou”, finalizou.
Operação
Aproximadamente 50 agentes da Guarda Civil Metropolitana foram às ruas na noite de domingo (22), no segundo dia de toque de recolher, em Campo Grande.
De acordo com informações da assessoria, o trabalho que abrange todas as regiões da cidade para evitar aglomeração de pessoas, principalmente em bares e conveniências, resultou em onze estabelecimentos fechados. Nenhum dos proprietários apresentou resistência. Um comerciante não tinha alvará.
A ação ainda resultou em três pessoas encaminhadas para a delegacia. 24 viaturas entre motos e carros foram às ruas no domingo.
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