Com a prefeita Adriane Lopes (PP) reeleita com mais de 222 mil votos em Campo grande, o número de abstenções também impressionam, foram 184.812, cerca de 28,59% de eleitores faltosos, fato ressaltado pelo o desembargador Carlos Eduardo Contar, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS).
Dos 646.198 mil eleitores aptos para votar, apenas 461.386 compareceram às urnas, somando 184.812 mil eleitores que faltaram.
“A abstenção foi alta, estamos com quase 29%, é maior que no primeiro turno e é a responsabilidade do próprio eleitor”. Esse foi o maior número de abstenções já registradas pela Justiça Eleitoral em uma eleição em Campo grande, tanto de primeiro, quanto de segundo turno.
O desembargador ainda destacou eleições “tranquilas” e com ocorrências e denúncias isoladas. “Não tivemos nenhuma ocorrência grave, tenho registro de apenas 3 situações, porém normal, dentro do esperado, nada significativo. Foi uma eleição extremamente tranquila, tanto na campanha, quanto no processo eleitoral quando no dia de hoje”.
Com relação às fake news, o magistrado pontuou que foram situações unitárias, que não afetaram as campanhas. E Por último, destacou que eleição histórica com duas mulheres concorrendo ao cargo de prefeita de Campo Grande, “vem diversificar e legitimar a importância e participação da mulher no processo político”.
Veja a evolução das abstenções no decorrer dos anos:
2024
1° turno: 164.799 (25,50%)
2° turno: 184.812 (28,59%)
2020
1° turno: 154.004 (25,14%)
2016
1° turno: 114.287 (19,20%)
2° turno: 132.865 (22,32%)
2012
1° turno: 92.563 (16,48%)
2° turno: 104.065 (18,53%)
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Desembargador Carlos Eduardo Contar, presidente do TRE-MS (Adriano Miguel)



