A Ministra da Agricultura Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, está a frente de um dos 22 ministérios do atual governo, e seu nome aparece pelo menos o dobro de vezes do que o da atual ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves na agenda do presidente Jair Bolsonaro, destaca a repotagem de quarta-feira (14), publicadapelo Portal Uol.
Tereza Cristina, era deputada federal por Mato Grosso do Sul, um dos maiores estados agropecuários do país, e presidente da Frente Parlamentar de Agropecuária, formada por 257 deputados e senadores antes de assumir uma pasta no governo.
Além do apoio político, Tereza conta com a confiança do setor agropecuário por ser engenheira agronômica e ter carreira na agroindústria. Seu nome ao ministério foi uma indicação da Frente Parlamentar - mas tratada por Bolsonaro como uma "escolha técnica". Tereza integrou a comitiva das principais viagens nacionais e internacionais feitas pelo presidente no primeiro semestre e atenuou crises criadas pelo Planalto e Itamaraty
Na última semana, Tereza ao perceber que a liberação de nova leva de agrotóxicos no país estava gerando repercussão negativa, convidou jornalistas para tomar um café e mostrou dados sobre o registro dos produtos e tirou dúvidas.
No início do mês, em evento em Anápolis, Bolsonaro repetiu sorridente que Tereza Cristina "vale por 10" e, ao comentar críticas feitas à divulgação de taxas de desmatamento na Amazônia pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), deixou que ela explicasse a metodologia utilizada.
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Tereza Cristina, era deputada federal por Mato Grosso do Sul (Reprodução)



