O Governo do Estado divulgou nesta sexta-feira (28) que 17 cidades do estado pioraram o grau de risco em relação a pandemia do novo coronavírus (covid-19). O levantamento é baseado no Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir).
Segundo o órgão, os relatórios detalhados, assim como as notas obtidas em cada indicador, foram encaminhados aos municípios também na manhã de hoje. conforme explicou o Secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, Neste quarto mapa situacional 41 municípios mantiveram seu grau de risco, 21 municípios melhoraram e 17 municípios pioraram seu grau de risco, evidenciando que o controle da pandemia requer a urgente adoção de medidas.
“Os indicadores do Prosseguir trazem recomendações para o controle da pandemia observando a nota obtida em cada um deles. Olhar apenas para o número de casos seria como olhar para o retrovisor, para o que passou. Nós precisamos olhar para frente e adotar medidas que evitem o avanço da doença, especialmente agora que registramos um aumento expressivo do número de municípios com piora da bandeira”, enfatizou.
Os municípios que regrediram na faixa de risco foram Alcinópolis, Antônio João, Bonito, Dourados, Eldorado, Glória de Dourados, Guia Lopes da Laguna, Ivinhema, Ladário, Laguna Carapã, Naviraí, Paranaíba, Porto Murtinho, Rio Brilhante, Selvíria, Tacuru e Vicentina.

Mapa Situacional
O mapa situacional das quatro macrorregiões de Saúde (Corumbá, Campo Grande, Três Lagoas e Dourados), referente à 34ª Semana Epidemiológica (de 16 a 22 de agosto), apresenta 12 municípios na faixa de risco tolerável (amarela), 45 municípios no grau médio (bandeira laranja) e 22 no grau de risco alto (bandeira vermelha).
Sobre o Prosseguir
O Prosseguir classifica os municípios em faixas de cores, de acordo com o grau de risco que cada cidade apresenta (de baixo a extremo), traz recomendações de medidas no âmbito da Saúde Pública, de Serviços Públicos e do Social a fim de nortear agentes da sociedade, principalmente entes públicos, a tomarem suas decisões e tornarem suas ações mais eficientes no combate à propagação e aos impactos da Covid-19.
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