Camila Faustina Rosa, 22 anos, estava grávida de oito semanas e procurou o Centro Regional de Saúde “Dr. Antônio Pereira” (CRS Tiradentes) nesta quarta-feira (19) com vômitos e mal-estar. Após o atendimento foi liberada e retornou para sua residência, porém, logo em seguida voltou a passar mal novamente, quando seus familiares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a jovem teve uma parada cardiorrespiratória.
De acordo com o boletim de ocorrência, mesmo após uma hora de reanimação cardiopulmonar (RCP) realizado pela equipe do Samu a gestante morreu.
A equipe do JD1 Notícias entrou em contato com a assessoria de imprensa da Secretária Municipal de Saúde Pública (Sesau), que em nota informou:
Conforme histórico de atendimento da paciente, ela estava gestante de 27 semanas e não fazia o acompanhamento pré-natal. O primeiro atendimento dela ocorreu na madrugada do dia 14 de dezembro no CRSs tiradentes com relato de náuseas e vômitos. Ela foi atendida, medicada e posteriormente liberada. No dia 16 de dezembro ela retornou à unidade com os mesmos sintomas foi novamente medicada e liberada. Foram realizados exames de hemograma, transaminase oxalace e piruvic sem apresentação de alterações significativas. No mesmo dia a paciente se sentiu mal e procurou a UPA Coronel Antonino onde foi atendida, medicada e permaneceu em observação, sendo liberada em seguida.
Já no dia 19 de dezembro a paciente retornou até o CRS Tiradentes por volta de 17h35 com relato de náuseas. Ela foi novamente atendida, medicada e liberada. Por volta das 20h os familiares teriam acionado o Corpo de Bombeiros e posteriormente o SAMU relatando que ela estaria passando mal. A paciente chegou a ser socorrida pelo SAMU e encaminhada à unidade, mas já havia sido constatado o óbito. Foi feita a constatação do óbito que apontou uma parada cardiorrespiratória, mas somente o laudo necroscópico deve apontar a causa da morte.
A SESAU lamenta o ocorrido e se solidariza com a família da jovem reiterando que toda a assistência foi prestada a ela durante os atendimentos nas unidades de saúde.
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A vítima após o atendimento foi liberada e retornou para sua residência, porém logo em seguida voltou a passar mal novamente (Reprodução/Internet)



