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Saúde

Teste francês mostra se pessoa está ou não imune ao coronavírus

Teste sorológico identifica com precisão o grau de proteção de pessoas curadas para uma nova infecção

27 abril 2020 - 11h31Priscilla Porangaba, com informações do R7    atualizado em 27/04/2020 às 11h36

O diretor do laboratório francês Pasteur-TheraVectys, Pierre Charneau, afirmou em entrevista ao jornal Libération que o instituto desenvolveu um teste sorológico capaz de identificar com precisão o grau de proteção de pessoas curadas do coronavírus para uma nova infecção.

 O exame pode ser uma importante ferramenta para governos mundiais determinarem estratégias para a retomada das atividades sem reativar a pandemia. "Desenvolvemos o único teste que mede o nível de imunidade", disse Charneau.

O laboratório conjunto de vacinação do Instituto Pasteur e a empresa de biotecnologia TheraVectys aguarda a autorização das autoridades de saúde francesas para comercializar o novo teste

A vantagem do novo teste sorológico reside em sua capacidade de especificar o grau de imunização dos pacientes recuperados do Sars-Cov2.

Os exames que já estão no mercado utilizam uma técnica considerada imprecisa de colocar uma proteína do vírus em contato com o sangue do indivíduo. Na presença de anticorpos, o resultado é positivo. Segundo os pesquisadores, tais testes são insuficientes para fornecer uma leitura da qualidade da imunidade adquirida pela pessoa contaminada, o que dificulta estabelecer se ela está protegida ou não contra uma nova infecção pelo coronavírus.

A solução desenvolvida pelo Pasteur-TheraVectys detecta anticorpos e mede sua capacidade de inibir a entrada do vírus nas células. "Por ser muito sensível, muito específico contra o Sars-Cov2, ele permite classificar a resposta imunológica em três categorias: forte neutralizante, fraco ou não neutralizante", explica Charneau.

"Podemos, portanto, identificar as pessoas verdadeiramente protegidas, uma informação que é inestimável para todos aqueles que entraram em contato com doentes, inclusive sem saber", destaca o virologista.

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