A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos firmou um contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões com aval da União e juros dentro do limite fixado pelo Tesouro Nacional. A operação foi estruturada com cinco bancos. Itaú Unibanco, Bradesco, Santander Brasil, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. A publicação está no Diário Oficial deste sábado (27).

O aval foi concedido após o Tesouro Nacional concluir a análise da proposta e confirmar que os encargos ficaram dentro do teto de 120% do CDI, exigido para a concessão da garantia da União. Segundo o órgão, houve redução de quase R$ 5 bilhões em encargos em relação a uma proposta anterior. Em 2 de dezembro, o Tesouro havia negado um pedido de empréstimo de R$ 20 bilhões aos Correios por considerar a taxa de juros elevada.
O contrato, publicado neste sábado (27.dez) em edição extra do Diário Oficial da União, terá prazo de 15 anos, com vencimento em 26 de dezembro de 2040. Do total contratado, R$ 10 bilhões serão liberados ainda em 2025 e R$ 2 bilhões até o fim de janeiro de 2026.
Os recursos serão destinados ao capital de giro e a investimentos considerados estratégicos, além do pagamento da comissão de estruturação da própria operação. O objetivo é reorganizar o fluxo de caixa da estatal.
Os Correios acumulam prejuízo de R$ 6,1 bilhões entre janeiro e setembro de 2025 e enfrentam queda no volume de correspondências físicas e aumento da concorrência no mercado de encomendas.
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