Dos estados brasileiros Mato Grosso do Sul está entre os que mais apreendem drogas no país. Nos cinco primeiros meses do ano, foram quase 140 toneladas de entorpecentes retirados de circulação.
O número corresponde a um crescimento de 30% se comparado com o mesmo período do ano passado, quando foram apreendidas 106 toneladas.
O secretário de Justiça e Segurança Pública Antonio Carlos Videira, atribui esse aumento ao trabalho diferenciado desenvolvido por meio das forças de segurança, ao trabalho de inteligência e as ações das polícias especializadas de repressão e combate à criminalidade, como a Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), o 14º Batalhão da Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), o Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e a Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron), que são as responsáveis pelo maior número das apreensões.
Antonio comenta sobre a atual situação do estado, “temos notado uma mudança em relação a quem transporta os entorpecentes, que antes era feito por motoristas profissionais. Hoje o perfil mudou, quem leva essas drogas até os grandes centros são aqueles motoristas que transportam grãos e mercadorias em geral, que eventualmente são contratados para esta atividade. Outra modalidade que também tem sido notada é o aumento das ocorrências envolvendo às pessoas que vão estudar nos países vizinhos. Eles aproveitam a facilidade de adquirir a droga ou acabam sendo atraídos com intuito de levar para o local onde reside, uma vez que já conhecem a rota”, finalizou o secretário.
Videira também destacou que outra medida adotada pela Sejusp, em relação as drogas, é o combate ao tráfico doméstico que, consequentemente, fomenta os crimes de competência do Estado como os roubos, furtos e homicídios. “Desde que nós começamos a focar nas investigações dos pontos de distribuição e nas quadrilhas que atuam em Mato Grosso do Sul, essa medida tem impactado diretamente na redução dos índices criminais em praticamente todos os municípios”, enfatizou o secretário.
Ele ainda fez questão de reforçar que a população tem contribuído muito denunciando os pontos de distribuição de drogas.
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O número corresponde a um crescimento de 30% se comparado com o mesmo período do ano passado (Reprodução/Internet)


