Ao pedir na Justiça que Campo Grande fique fechada por 14 dias, a Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul teria “atropelado” a linha de trabalho desenvolvida por uma força-tarefa para negociações e decisões durante a pandemia, em Campo Grande e interior do Estado.
Fonte do Ministério Público Estadual, que participa das negociações, confirmou essa impressão interna ao JD1 Notícias. Isso por que, um acordo conduzido pela promotora Filomena Flimunhan resultaria na abertura de 40 novos leitos, em articulação com estado e município, o que amenizaria a pressão na rede hospitalar, por vagas de UTI.
O fato revelado “em off" à nossa reportagem, mostra que devem existir linhas diferentes, dentro de uma ação até então, aparentemente de mão única.
Em grupos internos, mensagens de membros do MP mostram o descontentamento com a ação da defensoria. “Absurdo! Onde está a pertinência temática”, consta em uma das mensagens.
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Acordo é conduzido pela promotora Filomena Flimunhan, do Ministério Público 


