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Greve dos ônibus não passa de boato, afirma João Rezende

De acordo com o presidente do Consórcio Guaicurus, reajuste dos salários será discutido no TRT

05 dezembro 2019 - 16h12Mauro Silva

O diretor-presidente do Consórcio Guaicurus, João Rezende, afirmou que não haverá greve nesta sexta-feira (6), ele foi categórico em dizer que paralização não passa de boatos, já que STTCU (Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande) e a concessionária assinaram um acordo para que reajuste dos trabalhadores seja decidido em reunião no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul. O documento para negociações foi protocolizado no Tribunal na manhã desta quinta-feira (5).

Rezende disse que os trabalhadores pedem um reajuste de 13%. “Oferecemos aumento de acordo com a inflação, mas estamos tentando negociar”, afirmou.

“Não haverá greve, a informação não passa de boatos, o consórcio assinou juntamente com o STTCU um documento para que o Tribunal do Trabalho intermedie as negociações para que tudo seja decidido com transparência”, acrescentou.

Ainda de acordo com o presidente da empresa responsável em gerir o transporte coletivo de Campo Grande, uma possível greve seria ilegal, pois ainda não se esgotaram as tratativas em relação ao aumento nos salários dos funcionários. João disse que a população não pode ser prejudicada com uma paralização que não tem embasamento jurídico.

“Estamos, através da imprensa, tranquilizando os usuários do transporte coletivo e esclarecendo que todos podem usar os ônibus na manhã desta sexta-feira, pois todos irão rodar normalmente”, disse Rezende.

Os rumores de greve iniciaram na última quarta-feira (4), logo após uma reunião entre os funcionários do transporte coletivo, sindicato da categoria e o Consórcio Guaicurus. Ao sair da reunião, os trabalhadores não concordavam com o resultado do encontro e ameaçaram uma manifestação para amanhã, mas o ato já foi descartado.

Aumento da tarifa

Em relação ao aumento na tarifa do transporte coletivo, João Rezende disse que não gostaria de associar o reajuste dos trabalhadores ao tema, pois ele explica que vários fatores incidem no preço da passagem de ônibus como a manutenção dos veículos, números de passageiros, inflação entre outros.

“Os valores são cumpridos de acordo com o contrato, e o reajuste na passagem é discutida sempre em outubro, porém no ano passado isso aconteceu em dezembro o que deve se repetir neste ano. Acredito que até a metade deste mês vamos nos reunir com a prefeitura para as tratativas”, explicou o presidente do Consórcio.

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