Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo na cidade, contestou o preço da tarifa, de R$ 4,10 desde o dia 27 de dezembro de 2019. A concessionária discorda do valor e pede que seja feita uma revisão do estudo técnico que levou ao aumento de quase 4% em Campo Grande.
Em ofício encaminhado ao prefeito Marcos Trad (PSD) na segunda-feira (30), o Consórcio enumera itens do contrato, que não teriam sido observados.
O consórcio ainda acrecenta que o ISS de 1,5% não foi inserido na planilha elaborada pela Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) e, portanto, está fora da tarifa e estabelece que com base no contrato, não tem a obrigação de arcar com esse custo.
Entre eles o marco contratual da revisão tarifária e estudos apresentados pela própria concessionária “que levam a uma tarifa superior”. As empresas que formam o consórcio reclamam que o estudo “sequer foi analisado”
Já o prefeito da capital, Marquinhos Trad, “a Prefeitura não vai acatar o recurso do consórcio, a fundamentação do teor solicitado há de ser indeferida” e segundo ele, a análise técnica está sendo realizada mesmo assim.
Marquinhos ainda acrescentou sobre a possibilidade de comprar novos ônibus com ar condicionado, porém o consórcio quer o aumento da tarifa. “Com jeitinho estamos conseguindo seguir, sem ter que majorar a tarifa”, finalizou.
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Marquinhos Trad, prefeito de Campo Grande, em solenidade (Priscilla Porangaba)



