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Fechamento das igrejas na capital dependerá de decisão judicial

Promotoria de Justiça da Saúde não vê igrejas como prestadoras de serviços essenciais

28 março 2020 - 14h22Gabriel Neves e Sarah Chaves    atualizado em 28/03/2020 às 14h45

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, e diversos representantes do setor comercial da cidade, da câmara municipal, secretários municipais e representantes da justiça, se reuniram na manhã deste sábado (28), para definir medidas de contingenciamento na capital.

Entre os diversos assuntos debatidos, esteve o futuro das igrejas e cassas lotéricas, reabaertas na capital após um decreto feito pelo governo federal e assinado pelo presidente da Republica, Jair Bolsonaro.

Conforme a promotora de Justiça da Saúde, Dra. Filomena Fluminhan, a instituição se reuniu com líderes religiosos, na última sexta-feira (27), no intuito de convencê-los a manter as igrejas de portas fechadas, mesmo após o decreto federal, levando em consideração adisseminação do coronavírus. Apesar das conversas não houve um entendimento entre as duas partes e os representantes das igrejas optaram em continuar abrindo os templos.


"Realizamos várias reuniões com a Secretaria Municipal de Saúde (SESAU), nossa atuação é em âmbito municipal, o decreto presidencial já foi objeto de uma decisão judicial", falou Filomena.

Segundo a promotora, as atividades realizadas dentro das igrejas não é vista, pela justiça, como essencial para a sociedade em geral.

Ao ser questionada sobre as casa lotéricas, Filomena afirmou que elas também não são reconhecidas como essenciais, mas após estudos foi possivel observar que muitas pessoas a utilizavam não somente para jogos, mas para resolverem assutos sem precisar ir até uma agência bancária, com isso a população dos bairros não necessita ir até bancos e uutilizarem o transporte coletivo, evitando aglomerações.

"A população de baixa renda consegue chegar sem utilizar transporte público, para que o funcionamento ocorra, pedimos que fosse regulamentado o exércicio das lotéricas conforme pede as autoridades de saúde, com marcações no chão para dividir as pessoas em um raio de um metro e meio para fazer suas atividades", finalizou Filomena.

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