A fumaça que cobriu Campo Grande nessa terça-feira (6) oriunda do Pantanal de Corumbá pode ter espantado a chuva que estava prevista para a capital nesta quarta-feira (6), segundo a Franciane Rodrigues coordenadora do Centro de Monitoramento do Tempo e Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec).
Franciane explica que para que tenha formação de nuvem de chuva é preciso ter disponibilidade de vapor d’água, que é medido pela umidade relativa do ar, então é preciso ter uma umidade alta, e ter temperaturas elevadas.
Porém para formar nuvem de chuva é necessário de aerossóis, que são provenientes de poeiras, dos carros e queimadas.
A coordenadora do Centec explica que é necessário ter muito mais vapor d’água do que os aerossóis, porque quando a situação está contrária igual a atual situação da capital, as nuves de chuva não são formadas.
A expectativa de chuva nas próximas horas não é descartada, mas a quantidade de aerossóis prejudica e a probalidade de precipitações na capital acabam sendo baixa.
Conforme a meteorologia para esta quarta-feira (6), a previsão é de céu parcialmente nublado a nublado com com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Fumaça
O coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Fábio Catarinelli, disse que possivelmente a fumaça veio da região do Passo do Lontra, no Pantanal de Corumbá. A região é a que apresenta maior número de focos de queimadas, como mostra o gráfico abaixo.

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Franciane Rodrigues coordenadora do Centro de Monitoramento do Tempo e Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec) (Joilson Francelino)


