O governador André Puccinelli reuniu-se ontem, pela manhã, com o senador Waldemir Moka, senadora Marisa Serrano e com representantes da classe comercial e industrial de Mato Grosso do Sul para defender a política econômica e tributária de Mato Grosso do Sul.
Um dos pontos discutidos na reunião foi a defesa de medidas que contribuam para a economia de Mato Grosso do Sul e que são objeto de projeto de lei que está tramitando no Congresso Nacional, entre eles o fim da arrecadação do ICMS do gás. Medidas estabelecem que o gás boliviano seja cobrado no destino, acarretando em prejuízos de R$ 50 milhões mensais em Mato Grosso do Sul.
“A reunião das classes representativas do comércio e da indústria, do governo do Estado e dos senadores, é para defender interesses de Mato Grosso do Sul e que são objetos do governo federal na tentativa de se iniciar a reforma tributária”, afirmou Jader Rieffe Julianelli Afonso, superintendente de Administração Tributária da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).
Algumas medidas podem prejudicar a arrecadação em Mato Grosso do Sul, por isso o governo do Estado e o segmento empresarial estão se unindo para defender pontos em comum, entre eles proteger o mercado interno e aumentar a arrecadação.
Também foram abordadas, durante a reunião, questões relacionadas ao Simples Nacional, o prazo do crédito do FIS e Cofins e a desoneração da folha de pagamento.
Estiveram presentes na reunião, além dos senadores e do superintendente de Administração Tributária, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Dourados, Antônio Freire; presidente da Associação das Microempresas, João Ramos Martins; presidente da ACPP Ponta Porã, Evaldo Pavão Senger; 1º secretário da Associação Comercial de Campo Grande, Roberto Oshiro; presidente CDL Campo Grande, Ricardo Massaharu Kuninari; diretor da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, Omar Auka.
Além do superintendente do Sebrae, Cláudio George Mendonça; 1º vice-presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande, João Carlos Polidoro; diretor Executivo da Faems, Luis Fernando A. G. Pereira; consultor Fecomércio, Fernando Camilo; presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), Sérgio Longen; presidente da CRC, Carlo Oliveira e o presidente da Sescon, Ruberlei Bulgarelli.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Páscoa deve movimentar R$ 335 milhões em Mato Grosso do Sul

Cesta básica fica mais barata em Campo Grande em fevereiro

Alta da atividade industrial em janeiro não compensa perdas acumuladas

Febraban alerta sobre golpe do falso gerente

Preços de flores e serviços de beleza variam até 214% para o Dia da Mulher, aponta Procon-MS

Desemprego fica em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026

Projeto que proíbe uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias avança no Senado

Preços de flores e procedimentos de beleza variam mais de 200% em Campo Grande

PGR defende arquivamento de inquérito contra Elon Musk

Tributação do gás foi um dos pontos debatidos 



