Os deputados estaduais aprovaram nesta quinta-feira (11), em segunda votação, o Projeto de Lei Complementar 9/2019 de autoria do Poder Executivo que altera o Estatuto dos Profissionais da Educação Básica do Estado.
Com o projeto, o executivo tem intuito de corrigir distorções do estatuto, algumas que já são alvos de interpelações judiciais que questionam ausência de aspectos objetivos para a seleção e convocação do profissional para a docência temporária.
O projeto altera a forma de atribuição da função docente, em caráter temporário, aos profissionais da educação para que seja apenas por intermédio de convocação, mediante submissão prévia a processo seletivo com critérios objetivos, o qual promoverá o banco de reserva. As demais modificações se referem à estrutura administrativa e funcional, como horas atividades, remuneração, férias e incentivo financeiro.
O governo visa também garantir o pagamento em dia dos salários dos professores sul-mato-grossenses e oferecer aos profissionais convocados vantagens próprias dos efetivos, como 12 salários anuais, 13? salário, férias e outros direitos até então exclusivos aos concursados.
A maioria dos parlamentares votou a favor da proposta do executivo, apenas os deputados Capitão Contar (PSL), Antônio Vaz (PRB), Marçal Filho (PSDB), Pedro Kemp (PT), Lucas de Lima (Solidariedade), Professor Rinaldo (PSDB) e Onevan de Matos (PSDB), votaram contra.
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Apenas sete parlamentares votaram contra a proposta (reprodução)



