A quarta-feira (15) será marcada pela paralisação nacional das redes estaduais, municipais e universidades públicas contra o corte do governo federal na educação do país e a reforma da Previdência. Em Campo Grande, o ato de manifesto será às 8h, na frente da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O JD1 Notícias conversou com o presidente da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), Jaime Teixeira. Segundo ele, a decisão da paralisação é da categoria e dos sindicatos que representam os trabalhadores. “É um dia só de protesto, a pauta é contra a reforma da Previdência e contra o corte de quase R$ 6 bilhões de recursos na educação, promovido pelo atual presidente da República, Bolsonaro”. Ele afirma a posição totalmente contrária ao corte e diz “É inadmissível cortar R$ 6 bilhões da educação”.
Jaime também destaca a queixa sobre a reforma da Previdência. “Nos temos trabalhadores que já contribuiu 29 anos, falta um ano para aposentar, ele [Bolsonaro] quer simplesmente mudar a regra e aumentar mais 10 anos para esses trabalhadores”.
O presidente da Fetems afirma a importância das escolas e universidades públicas para a população e espera o apoio e a presença da sociedade no ato de manifestação para cobrar o governo. “A escola pública é da sociedade! Os nossos impostos estão sendo pago, portando, é um patrimônio da sociedade”, conclui.
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“A escola pública é da sociedade! Os nossos impostos estão sendo pago, portando, é um patrimônio da sociedade”, afirma Jaime (Divulgação)



