Sem ter conseguido terminar no pódio, o brasileiro Kelvin Hoefler não gostou do formato adotado para o skate street nos Jogos Olímpicos Paris 2024. Segundo o skatista, o modelo atual permite mais erros e favorece à nova geração da modalidade que, para ele, tem menos repertório de manobras.
“Com essa nova geração é difícil, né. Uma pista muito pequena, que a galera consegue tentar bastante coisa, ter mais qualidade, mais técnica. A nova geração é essa daí. Bem difícil de acompanhar. Consegui acertar minhas manobras, por milésimos, muito pouco", disse.
"Tóquio foi diferente, a pista era grande, formato diferente. Tóquio eram quatro notas totais, aqui eram três, tirando uma da volta. Aí você tem cinco tentativas, para acertar duas. Então, a margem de erro é muito maior do que em Tóquio. Eu, sinceramente, particularmente, acredito que o pessoal tem que mudar o formato para os próximos Jogos Olímpicos para ser mais divertido. É fato que o pessoal erra, erra e erra, e ganha. Acertam duas e ganham. Então, para um público mais leigo e para mim também, que vejo a galera errando e errando e vencendo, tem que ser mais legal para o público”, completou o atleta. Nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021, Kelvin Hoefler conquistou a medalha de prata.
O brasileiro citou rumores de que o formato de avaliação do skate street pode mudar para a edição de Los Angeles 2026. Ele ainda colocou o skate park como formato a ser seguido. Para Hoefler, mudar o formato da pista e o modelo de avaliação para o próximo ciclo olímpico serão importantes.
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Kelvin Hoefler (Reprodução)



