No dia 20 de setembro às 8 horas, vai a júri popular a jovem Thamara Arguelho de Assis, acusada de ter assassinado Victória Correa Mendonça. O crime teria sido motivado porque a vítima estava se relacionando com o ex-namorado de Thamara.
Segundo a acusação, na madrugada do dia 19 de julho de 2016, Thamara, após comprar ilegalmente um revólver calibre 38, combinou de visitar a vítima em sua residência para uma conversa amigável. Apesar de ser tarde da noite e de diversas ameaças já feitas pela acusada nas redes sociais, a vítima aceitou recebê-la.
No meio da conversa, porém, a Thamara sacou o revólver e disparou no rosto da vítima, a qual tentou fugir, porém foi novamente atingida nas costas e, por fim, na cabeça, Victória acabou morrendo no local.
O Ministério Público considerou que o crime se tratar de homicídio qualificado por motivo torpe. Uma vez que Thamara matou por não aceitar o relacionamento amoroso de seu ex-namorado com Victoria e usou de recurso que dificultou a defesa da vítima. O MPE também pediu que a ré seja julgada pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.
Em sua decisão, o juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, após a ouvir diversas testemunhas, entendeu que existem indícios suficientes de que a Thamara seja a autora do crime, e aceitou a denúncia do MPE em sua integralidade, dessa forma a ré deve ser levada a julgamento popular.
O julgamento estava programado para ocorrer no dia 18 de agosto, mas foi adiado a pedido da Defensoria Pública, porque o Defensor responsável pelo caso não poderia se fazer presente, e a acusada, dentro de seu direito, manifestou o desejo de ser defendida por ele especificamente, pois acompanhou todo o seu processo.
A acusada está presa no Estabelecimento Penal Feminino em Corumbá. À época do crime ela estaria grávida do ex. A filha deles permanece com a ré na prisão. O “pivô” do crime, Weverton Silva Ayva, foi assassinado em setembro do ano passado quando saiu da prisão.
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