A cesta básica ficou mais cara em 18 das 27 capitais brasileiras no mês de agosto, é o que mostra a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Campo Grande ficou entre as capitais com maior aumento (2,44%), atrás apenas de Florianópolis (3,16%), Maceió (3,11%), Macapá (2,91%) e Curitiba (2,59%).
A cesta mais cara foi a de São Paulo (R$ 475,11), seguida pelas de Porto Alegre (R$ 474,34) e Florianópolis (R$ 457,11). O valor da cesta básica na Capital morena ficou em 8º lugar, custando R$ 440,86.
Os alimentos que mais subiram foram manteiga, café em pó, arroz, leite integral e açúcar. Batata, óleo de soja e feijão tiveram o preço reduzido.
Salário mínimo
De acordo com o Dieese, o salário mínimo ideal para a manutenção de uma família de quatro pessoas, no mês de agosto, deveria ser de R$ 3.991,40, ou 4,54 vezes o mínimo atual, que é R$ 880. Em julho, o mínimo necessário era de R$ 3.992,75. A estimativa leva em conta a cesta mais cara, de São Paulo.
O tempo médio trabalhado necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi, em agosto, de 104 horas. Em Campo Grande o tempo médio trabalhado ultrapassou a média nacional chegando a 110 horas.
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