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Cestas básicas chegam a 20 mil famílias indígenas e garantem alimentação em aldeias de MS

Distribuição mensal em 88 aldeias evita deslocamentos e reforça sustento de famílias em situação de vulnerabilidade

21 abril 2026 - 13h49Taynara Menezes

Em regiões afastadas dos centros urbanos, onde o acesso a mercados é limitado e a renda nem sempre cobre o básico, a chegada mensal de alimentos tem sido essencial para milhares de famílias indígenas em Mato Grosso do Sul. Ao todo, 20 mil famílias, distribuídas em 88 aldeias de 27 municípios, recebem cestas com itens fundamentais para a alimentação diária.

Arroz, feijão, macarrão, leite em pó e outros produtos compõem o kit entregue pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos. A iniciativa faz parte do programa Mais Social, voltado ao atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade.

Na Miranda, uma das cidades contempladas, 2.248 famílias indígenas recebem as cestas em nove aldeias. Na Aldeia Passarinho, a rotina de Angélica dos Santos, de 35 anos, gira em torno dos seis filhos. Com o marido trabalhando como pedreiro, a renda da casa não é suficiente para cobrir todas as despesas. “Só com o salário de pedreiro ia ficar difícil. Essa cesta ajuda muito”, relata.

Também em Miranda, na Aldeia Moreira, a aposentada Lourença Gonçalves, de 90 anos, vive com o neto adolescente e conta com os alimentos para manter a casa. “Essa comida eu não teria se não fosse o governo”, afirma.

Diferente do modelo aplicado nas áreas urbanas, onde o programa disponibiliza um cartão no valor de R$ 450 para compra de alimentos, gás de cozinha e itens de higiene, nas comunidades rurais indígenas a entrega é feita diretamente nas aldeias. A medida evita deslocamentos até a cidade e garante o acesso contínuo aos produtos básicos.

Para ter direito ao benefício, é necessário estar inscrito e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico), possuir renda per capita de até meio salário mínimo e residir no Estado há pelo menos dois anos. O programa prioriza famílias com menor renda, chefiadas por mulheres, com crianças pequenas ou em situação de violência doméstica.

A lista de telefones e endereços das unidades do programa pode ser consultada no site oficial da Sead.

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