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Dupla detalha assassinato de diarista: “Tiramos a pele do rosto com a faca”

Crueldade foi motivada por roubo que teria sido praticado pela vítima, que era usuária de drogas

23 setembro 2020 - 09h41Joilson Francelino, com Metrópoles

Brutal e com requintes de crueldade, os detalhes que cercam o assassinato da diarista Rúbia Alves Ferreira, 35 anos, chocaram os policiais civis da 27ª Delegacia de Polícia (Recanto das Emas), que apuram o caso. Presa preventivamente, a dupla de suspeitos confessou ter retalhado o rosto da vítima e removido a pele para dificultar a identificação do cadáver. Os criminosos, de 31 e 21 anos, revelaram como agiram para atrair a mulher até o local onde o crime foi consumado.

A motivação para o crime teria sido fútil. Segundo os suspeitos, o furto do aparelho celular de um deles, supostamente cometido pela diarista, provocou o crime bárbaro. Usuária de drogas, Rúbia teria vendido o telefone para comprar pedras de crack.

“Em virtude desse fato, ambos decidiram que matariam a vítima. Inclusive, a ideia inicial, de acordo com os presos, seria esquartejá-la, enterrando cada pedaço do corpo em diferentes buracos”, explicou o delegado-chefe da 27ª DP, Pablo Aguiar.

O delegado afirmou que, de fato, os criminosos retalharam o rosto da diarista. “Falaram que usaram a faca e o objetivo era dificultar uma possível identificação caso o corpo fosse descoberto”, disse. Aguiar esclareceu que os criminosos não conseguiram completar o plano macabro em razão do consumo de drogas. “Eles falaram que haviam consumido muito crack e Rouphynol e não tiveram condição de desmembrar o corpo”, revelou o chefe da 27ª DP.

Segundo os suspeitos, ambos atraíram a vítima para o terreno baldio com o pretexto de consumirem crack. Quando chegaram ao local, um deles segurou Rúbia pelas costas enquanto o segundo desferiu as facadas. Em seguida, removeram a pele do rosto da vítima e fugiram do local levando a faca usada no crime e o casaco da vítima. Os dois objetos foram dispensados em Samambaia.

Rúbia era andarilha e teria vindo de Luziânia (GO), município na região do Entorno, para o Distrito Federal. Quando seu cadáver foi localizado, apesar de as outras partes ainda apresentarem rigidez e tecidos intactos, o crânio estava completamente sem pele ou traços de sangue, como se os tecidos e o couro cabeludo tivessem sido removidos.

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