Em um encontro com oficiais e praças das Forças Armadas da Venezuela, o presidente Nicolás Maduro criticou nesta quarta-feira (30) os militares que desertaram e passaram a apoiar o governo interino. De acordo com Maduro, há um movimento de pressão, a partir da Colômbia, para dividir os militares venezuelanos.
Ao discursar para os militares, em Caracas, Maduro apelou: “Temos de garantir que nosso território nunca será tocado pela planta insolente do imperialismo americano”. O presidente afirmou que há uma família militar. "Temos de ter uma Força Armada consolidada, unida ao povo, protegendo o povo, mobilizada para a defesa."
Ao longo desta semana, Maduro visitou várias unidades militares na região de Caracas e nos estados de Yaracuy e Aragua. Segundo a imprensa oficial, a iniciativa do presidente faz parte de uma série de exercícios militares em comemoração aos 200 anos do Congresso de Angostura.
Os exercícios militares se intensificaram nos últimos dias, depois que o deputado federal Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino da República. A iniciativa conta com apoio de boa parte da comunidade internacional, inclusive o Brasil.
Na terça-feira (29) a Procuradoria Geral da República da Venezuela pediu à Suprema Corte do país para proibir Guaidó de deixar a região e bloquear seus bens e contas bancárias.
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro durante evento com militares (Miraflores Palace/Handout via REUTERS)



