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Envolvido no assassinato de vereador Cristovão Silveira é preso em Anastácio

Alberto Rivelino Nunes Mangelo foi levado para a delegacia por porte de drogas para consumo pessoal

08 março 2018 - 08h38Da redação

Na manhã de quarta-feira (7), um dos acusados pela morte do ex-vereador Cristovão Silveira em julho de 2017 foi preso em Anastácio por porte de drogas para consumo pessoal. 

De acordo com o boletim de ocorrência uma guarnição da policia militar realizava diligências no Conjunto Habitacional Antonio Clementino em Anastácio, pois já havia denuncias de comércio e consumo de drogas na região. Durante a diligência os policiais perceberam que alguém correu para o interior de uma casa.

Buscando esclarecimentos a PM alcançou tal pessoa para revistá-lo. Momento em que verificaram a identidade do indivíduo como Alberto Rivelino Nunes Mangelo (22), ele afirmou que possuía uma porção de maconha para consumo próprio e que a porção estaria no interior de sua casa. Os policiais localizaram uma porção de maconha embaixo da geladeira e desta forma, conduziram Alberto até a delegacia para demais providências.

O caso foi registrado como por porte de drogas para consumo pessoal na Delegacia de polícia de Anastácio. 

O assassinato do ex-vereador

O ex-vereador Cristóvão Silveira e sua esposa Fátima Silveira, foram assassinados em uma propriedade na região do "Aguão", zona rural da Capital, após serem roubados. Cristóvão Silveira foi morto aparentemente com golpes de facão e a esposa foi encontrada com o corpo carbonizado. 

O latrocínio aconteceu para roubar uma camionete L-200 do ex-vereador e teve a participação do próprio caseiro da propriedade. Inicialmente o caseiro, identificado como Riverino Mangelo, 45 anos, contou à polícia que tentou impedir o assalto, mas acabou entrando em contradição e confessou o crime.

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por meio do Promotor de Justiça Clóvis Amauri Smaniotto, titular da 17ª Promotoria de Justiça, ajuizou ação penal contra os réus Rivelino Magelo, Rogério Nunes Magelo, Rivaldo Nunes Mangelo e Alberto Rivelino Nunes Mangelo.

Conforme a denúncia que iniciou a ação penal, enviada ao Juiz de Direito da 4ª Vara Criminal de Campo Grande, o Promotor de Justiça requereu que os acusados sejam processados e julgados, com a final condenação.

De acordo com a acusação, os réus praticaram os seguintes crimes: Rivelino Nunes Mangelo – crimes de latrocínio, vilipêndio a cadáver, destruição parcial de cadáver; Rogério Nunes Mangelo - latrocínio; Rivaldo Nunes Mangelo - crimes de latrocínio, destruição parcial de cadáver; e, Alberto Rivelino Nunes Mangelo - receptação e favorecimento pessoal.

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