Mais uma vez foi levado pela Polícia Federal, o ex-secretário especial do Ministério dos Transportes e secretário de Obras, Edson Giroto. Às 6h14 da manhã, a viatura da PF estava em frente à casa de Giroto cumprindo mandado de prisão pela terceira fase da Operação Lama Asfáltica, a Aviões de Lama. Ainda não foram informados detalhes sobre esta nova prisão de Giroto.
Vizinhos informaram que a PF também amanheceu em frente à casa de João Amorim, dono da empresa Proteco Construções, que não foi encontrado após revista em sua casa. O advogado de Amorim afirmou que ele irá se apresentar a polícia. Já Girotto foi detido e está Superintência da Polícia Federal. Cunhado de Giroto, Flávio Henrique Garcia Scrocchio, que é piloto de avião, também foi detido. Ambos ainda estão na Superintendência da Polícia Federal. A operação deflagrada nesta quinta (7), levou os policiais a revistarem a casa de Giroto e Amorim. Eles foram soltos há duas semanas após quase dois meses e meio no Centro de Triagem do Complexo Penitenciário.
A Operação cumpre mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão também em Cuiabá e Rondonópolis, MT, e Tanabi, SP, com o envolvimento de 20 policiais. Os mandados são da 3ª Vara Federal de Campo Grande – Especializada em crimes de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e valores e crimes contra o sistema financeiro nacional. No Aeroporto de Santa Maria em Campo Grande, foi apreendida a aeronave PT-TSM, cuja venda foi registrada pelo cunhado de Giroto.
A Aviões de Lama é o desenrolar da segunda fase da Operação Lama Asfáltica, a Fazendas de Lama, que forneceu documentação suficiente para provar o roubo do patrimônio público com revenda de bens para ocultar a origem do dinheiro. O nome da operação é devido a forma de ação da organização: se desfazer de uma aeronave de R$ 2 milhões adquirida com recursos públicos desviados, além de receberem propinas e lavarem de dinheiro.
Polícia Federal, Controladoria Geral da União e Receita Federal realizam juntos a operação para desmantelar esta organização especializada em desviar recursos públicos da pavimentação de rodovias, construções e prestação de serviços de informática e gráfica. Ao todo estima-se um desvio de R$ 2 bilhões.
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