O Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) cumpre nesta segunda-feira 16 mandados de busca e apreensão, além de quatro mandados de prisão temporária e seis mandados de condução coerctiva nas Agências Fazendárias de Cassilândia e Paranaíba. Entre os envolvidos estão dois auditores fiscais lotados nas duas cidades. Além das sedes das agências, a casa dos investigados e escritórios de contabilidade também estão na lista dos locais "visitados".
Segundo o MPE (Ministério Público Estadual) a investigação apura prática dos crimes de associação criminosa, concussão (extorsão praticada por funcionário público) e falsidade ideológica, tendo como vítimas empresários, que teriam pago propinas para que suas dívidas junto ao fisco estadual fossem diminuídas ou perdoadas.
A informação é que os empresários eram "compelidos a pagar propina a auditores fiscais do Estado, que valiam-se de terceiros e contadores para a exigência da propina e seu recebimento". A operação acontece em Paranaíba, Aparecida do Taboado e Chapadão do Sul e conta com seis promotores e 32 policiais militares. As ordens foram expedidas pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Paranaíba, local onde se concentram as prisões e o maior número de alvos.
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