O homicídio triplo que tirou a vida do brasileiro Fábio Villalba da Silva e dos paraguaios Esteban e Nelson Benitez Espinoza foi confirmado como um ataque da "guerra de narcos" que está ocorrendo na cidades desde o assassinato de Jorge Rafaat na semana passada.
Os investigadores confirmaram que os pistoleiros formavam parte da organização da Rafaat e que estes teriam se reorganizado para tentar evitar a tomada de comando do narcotráfico da região pelo PCC e pelo Comando Vermelho, organizações responsáveis pelo assassinato do empresário.
Os ocupantes do veículo que efetuaram os disparos contra os três são conhecidos como Levi, Magila, Regis e Giménez. Os pistoleiros inclusive são empregados da empresa de seguros "Gaal Seguridad", que pertencia à Rafaat e que, segundo a polícia, servia para registrar todas as armas de grosso calibre utilizadas para manter o "controle" nos negócios de narcotráfico da região.
Um casal foi detido pelo crime. Mirna Lorena Colman Benitez, 28, e Artemio Gimenez Aguilar, 36, ambos de nacionalidade paraguaia, estavam dentro de um dos carros que realizaram o tiroteio. Os outros ainda não foram detidos.
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