Após o Congresso Nacional informar que devolverá a Medida Provisória que alterava regras tributárias ao Poder Executivo, iniciativa foi comemorada pelo presidente da Fiems, Sérgio Longen. Em entrevista à rádio CBN Campo Grande
O líder empresarial elogiou o empenho do Congresso Nacional e destacou a pressão exercida pelas entidades do setor produtivo. "Recebemos surpresos a ação criada pelo governo federal de mandar a MP sem negociar com ninguém. Algo que impacta a produção brasileira, tanto que foi considerada a 'MP do Fim do Mundo'. Foi algo muito difícil de receber, até porque aprovamos recentemente a reforma tributária, que precisa ser regulamentada e ajustada. Entendo que o governo federal precisa rever seus gastos. Se isso não acontecer, não existe imposto no mundo que cubra as despesas federais", disse Longen.
De acordo com projeções do setor industrial, caso a MP continuasse em vigor, o impacto nas contas do setor produtivo seria da ordem de R$ 30 bilhões já em 2024, e de até R$ 60 bilhões em 2025. O aumento da carga tributária seria repassado ao consumidor final, com potencial de repercutir nos índices de inflação.
Longen também reconheceu a ajuda da bancada federal sul-mato-grossense nas negociaçõe. "No caso da MP 1227, o trabalho da senadora Tereza Cristina foi gigante. Ela participou de reunião com o ministro Fernando Haddad e nos representou enquanto setor produtivo, demonstrando sua posição de maneira muito importante. Cada membro da nossa bancada pressionou seus líderes e o presidente de cada casa legislativa, o que permitiu que tivéssemos uma vitória", concluiu o presidente da Fiems.
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Presidente da Fiems, Sérgio Longen em entrevista (Divulgação)



