Manifestantes pró-Bolsonaro saíram em carreata neste sábado (1°), feriado do Dia do Trabalhador. A concentração aconteceu em três pontos na Capital e seguiu até o Comando Militar do Oeste. Entre os pedidos, está o fim da ‘ditadura’ de toga, liberdade e também o voto impresso e auditado.
Apoiador do presidente Bolsonaro, o deputado estadual Coronel Davi (sem partido), falou ao JD1 Notícias, que a manifestação tem abrangência nacional. “É um ato que busca a liberdade do povo e de algumas pautas que nós consideramos muito importante, como por exemplo, o voto impresso e auditado”, explica.
Sirlei Ratier, uma das organizadoras, afirmou que foi recomendando o uso de máscaras, do distanciamento social para a realização do evento. “Queremos liberdade para ir e vir, para trabalhar, para nos manifestarmos”, completou.
Os três pontos nos quais os manifestantes se reuniram foram: na Avenida Afonso Pena, em frente à Praça do Rádio, onde, por volta das 9 horas, aproximadamente 150 carros já estavam no local e a movimentação era intensa. Na Avenida Via Park, região do shopping Campo Grande, que por volta das 9h30, alguns carros já aguardavam o início do evento, e no estacionamento do Yotedy, onde motociclistas também se reuniram. Faixas com a frase “eu autorizo” substituíram as de intervenção militar, embora com sentido parecido.
Todos os manifestantes seguiram para o CMO com apoio de agentes CPTran e também da Agetran, que organizaram o trânsito. Imagens de drone feitas pelo JD1, na Via Park na saída da carreata, mostram um número de carros menor que em eventos anteriores:
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Bolsonaristas manifestam neste sábado (Reprodução)



