Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o volume de vendas do comércio varejista sul-mato-grossense aumentou 2,6%, entre abril e maio. O registro foi a segunda alta consecutiva, após subir 2,0% em abril.
Na série sem ajuste sazonal, as vendas do varejo subiram 8,6% frente a maio de 2020. O acumulado no ano foi a 8,0% e o acumulado em 12 meses, a 8,1%.
No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades veículos, motos, partes e peças e material de construção, foi o quarto mês seguido de alta, sendo que o volume de vendas cresceu 1,3% em relação a abril.
Frente a maio de 2020, houve alta de 14,7%. No ano, o varejo ampliado acumula alta de 15,3% e, em doze meses, as vendas subiram 11,3%.
Vendas crescem em 26 unidades da Federação em relação a abril
De abril para maio de 2021, na série com ajuste sazonal, a taxa média nacional de vendas do comércio varejista mostrou aumento de 1,4%, com predomínio de resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação, com destaque para: Amapá (23,3%), Ceará (9,4%) e Minas Gerais (9,2%). O único estado com resultado no campo negativo foi Goiás (-0,3%). Entre as Unidades da Federação, Mato Grosso do Sul tem a 17ª maior taxa (2,6%).

No Brasil, sete das oito atividades avançaram
O volume de vendas do comércio varejista no Brasil cresceu 1,4%, frente a abril, na série com ajuste sazonal, sua
segunda alta consecutiva, após subir 4,9% em abril. A média móvel trimestral foi de 1,1% no trimestre encerrado
em maio. Na série sem ajuste sazonal, as vendas do varejo subiram 16,0% frente a maio de 2020. O acumulado
no ano foi a 6,8% e o acumulado em 12 meses, a 5,4%.
O aumento nas vendas foi acompanhado por sete das oito atividades investigadas pela pesquisa. Entre elas, a
maior variação foi em tecidos, vestuário e calçados (16,8%), seguida por combustíveis e lubrificantes (6,9%) e
outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%). Livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%), equipamentos e
material para escritório, informática e comunicação (3,3%), hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas
e fumo (1,0%) e móveis e eletrodomésticos (0,6%) foram as outras atividades que tiveram aumento das vendas em
maio.
De acordo com Cristiano Santos, gerente da pesquisa, o indicador acumulado nos últimos 12 meses aponta o
crescimento no ritmo das vendas. “Em março de 2020, esse indicador estava em 2,2% e depois foi zerado pelos
efeitos da pandemia. Após algum tempo, ele foi crescendo de forma lenta e, no início deste ano, caiu novamente
por conta do agravamento da pandemia. De março a abril, houve aumento de três pontos percentuais. O final da
trajetória até maio representou um momento de aceleração”, explica.

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