Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que no período de 10 anos o número de empregadas domésticas diminuiu no país. Em contraste, o número de diaristas aumentou nessa década.
Os dados também apontaram que três em cada quatro trabalhadoras domésticas no Brasil não tem carteira assinada, já que quando a profissional trabalha até dois dias na mesma casa, não fica configurado relação trabalhista e não há a necessidade legal de se pagar os encargos à profissional.
A coordenadora geral da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), Luiza Batista, explica que a perda de renda, principalmente durante a pandemia, foi um dos fatores mais importantes para o declínio no número de profissionais com carteira assinada.
“As pessoas também não tinham renda para contratar empregadas domésticas e, quando faziam, começaram a fazer mais de maneira informal ou como diarista, duas vezes por semana, pois há a possibilidade de não ter encargos trabalhistas. E, assim, essa modalidade se expandiu ao longo do tempo”, explicou.
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