Menu
Menu
Busca quinta, 05 de março de 2026
Gov Dá para chegar lá - Fev25
Geral

Operação do MP prendeu grupo acusado de falsificar CNHs em Mato Grosso do Sul

10 abril 2013 - 11h26Reprodução

A Operação Nacional contra a Corrupção deflagrada nesta terça-feira (09) pelo Ministério Público em todo o país também teve desdobramentos em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, estados onde foram presos seis integrantes de um grupo acusado de falsificar carteiras nacionais de Habilitação (CNHs). Dos sete mandados de prisão expedidos, seis já foram cumpridos.

A operação foi deflagrada pelo Ministério Público, em parceria com diversos órgãos, e cumpre mandados de prisão, busca e apreensão, bloqueio de bens e afastamento das funções públicas em pelo menos 12 estados. Os mandados foram executados em Cuiabá, capital mato-grossense, e nos municípios de Anastácio, Aquidauana, Nioaque, Sidrolândia e Jateí, em Mato Grosso do Sul.

Segundo a assessoria do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MP-MS), foram presos Elcilande Serafim de Souza, Elcimar Serafim de Souza, Edinaldo Francisco de Lima, Gilmar Rabelo Ferreira, Adélio Paulino e Ivan Costa do Reis, preso em Cuiabá (MT). A polícia ainda está procurando por Elcivar Serafim de Souza.

A operação é um desdobramento de investigação iniciada em outubro de 2012 para apurar as ações de uma quadrilha responsável pela emissão fraudulenta de CNHs e de certificados de cursos de transporte de cargas perigosas, transporte de passageiros e coletivos. Em Cuiabá (MT) a polícia apreendeu documentos, já em Anastácio (MS), um dos presos também foi autuado por porte ilegal de arma.

De acordo com o MP-MS, cada CNH era vendida pelo grupo por valores  entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil. Em menos de três meses, os investigados venderam cerca de 50 habilitações. Os certificados custavam cerca de R$ 400.

Os suspeitos eram ligados ao comércio de autoescolas e centros de formação de condutores. Todos vão responder pelos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica e formação de quadrilha. Com a soma dos crimes, as penas podem ultrapassar dez anos de prisão.

Os presos serão levados para Campo Grande, sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, responsável pela operação juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), para serem ouvidos.

Via Agência Brasil

Reportar Erro
Unimed Seu Sim Muda Tudo - Mar26

Deixe seu Comentário

Leia Também

Ministro Flávio Dino - Foto: Rosinei Coutinho/STF
Polícia
PF aponta corrupção na saúde de Macapá e ministro do STF afasta prefeito
Sede do CNJ -
Justiça
Magistrados que deixaram o Judiciário devem cumprir quarentena antes de advogar, diz CNJ
Dinheiro - Foto: Getty Images / BBC
Política
Projeto que proíbe uso de dinheiro em espécie em transações imobiliárias avança no Senado
Fachada UPA
Saúde
Prefeitura diz ao Ministério Público que fornece comida a pacientes de UPAs e CRSs
Viatura PCMS -
Polícia
Assassinato no Campo Nobre fica sem autoria definida e caso é arquivado
Carteira de trabalho
Justiça
Justiça do Trabalho registra aumento nos processos por assédio moral e sexual em MS
Pastor e denúncia - Foto: Arte / JD1
Polícia
Novo relato com prints expõe 'investidas' de pastor sobre menor em Campo Grande
Veículo do Conselho Tutelar - Foto: Ilustrativa -
Polícia
Professor em Campo Grande é investigado por assédio a alunas: 'pode pagar de outro jeito'
Polícia Militar atendeu à ocorrência - Foto: Vinícius Santos
Polícia
Agente da Polícia Científica é encontrado morto em casa na região norte de Campo Grande
Deusa da Justiça, monumento no fórum de Campo Grande -
Justiça
Homem que matou padrasto para defender a mãe pega 5 anos de prisão em Campo Grande

Mais Lidas

UPA Universitário, onde aconteceu o caso
Polícia
Menina de 9 anos morre em UPA de Campo Grande
Cadeia pública - Foto: Ilustrativa / Reprodução
Polícia
Policiais presos em cadeia na Capital enfrentam riscos em contato com detentos comuns
Douglas Alves Mandu - Foto: Reprodução / Redes Sociais
Justiça
Justiça nega medida protetiva a menina que denunciou estupro de pastor em Campo Grande
Depac Cepol, em Campo Grande, onde o caso foi registrado
Polícia
Adolescentes matam aula para encontrar homem e são abusadas sexualmente em Campo Grande