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Padre Micael relata dia que deu fita abençoada a Reinaldo Azambuja

O religioso, hoje na África, diz que "sente saudades" de sua época no Pantanal

14 maio 2022 - 15h02Brenda Leitte    atualizado em 14/05/2022 às 15h34

A história da fita abençoada, que está no braço do governador Reinaldo Azambuja chamou atenção das redes sociais. Após uma internauta explicar como o governador teria recebido o amuleto, o JD1 entrou em contato, com o padre Micael Carlos que hoje reside em Dacar, na África, e foi o responsável pela entrega do item ao chefe do Executivo Estadual, para saber mais sobre sua importância e simbologia.

Assim como já foi publicado, a pulseira foi um gesto de devoção ofertado pelo Pe. Micael, que na época era Pároco da Catedral São José de Coxim, durante a Tradicional Festa do Divino Espírito Santo de Coxim, que também é celebrada na Capital Sul-mato-grossense.

“Pela devoção dele, o presenteei com a fitinha do Divino, que deveria ser amarrada com 3 nós, e ao final realizar um pedido; e assim foi feito! Me recordo que ele disse ter feito um pedido especial, e que iria guardar para si, não iria compartilhar com ninguém”, o que tanto o reverendo, quanto Reinado relataram ao JD1.

A fita teria sido tirada da bandeira e amarrada pelo próprio padre no braço do governador, que desde então, nunca a retirou. Azambuja que é devoto do Divino Espírito Santo está com a fita abençoada há cinco anos, desde 2017, e espera que o item se rompa na hora certa.

“Nos encontramos algumas vezes, após o ocorrido, e ele sempre fez menção da fitinha do Divino, recordando a festividade. Devo confessar que nunca vi uma fita durar tanto tempo como a dele. Acredito ser o zelo e a fé que ele possui”, ressaltou o sacerdote, que ainda acrescentou “O pedido precisa ser realizado com fé e devoção, e tenho certeza de que ele depositou muita fé nela. As vezes o pedido já até se realizou, mesmo antes da fitinha arrebentar!”.

Mesmo residindo fora do Brasil há 5 anos, o padre Micael, que atualmente desempenha um serviço missionário na África, se recorda dos 8 anos em que passou na Catedral São José de Coxim com bons sentimentos.

“O pantanal está no meu coração! Foi uma benção aquela época, e um privilégio poder celebrar as missas para as autoridades do Estado, difundindo a tradição do Divino Espírito Santo a todo o Povo de Deus. A entrega da fitinha ao governador Reinaldo foi ‘como a benção de Deus sobre ele’, concedida para ter sabedoria e retidão no governo de todo o Estado, iluminado pela graça divina”, disse o religioso, sobre acreditar que a sabedoria seja essencial para exercer qualquer missão e profissão.

O padre ainda disse ter recebido de diversas pessoas a matéria publicada sobre a fita do Divino Espírito Santo do governador Reinaldo Azambuja. “Quando foram me encaminhando a notícia, fiquei feliz ao ler, é sempre bom trazer à memória lembranças que enchem nossos corações de gratidão!”, finalizou ele.

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