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Prefeitura lamenta ocorrido e esclarece motivo de atraso do Morenão

Passageiros revoltados com a demora fecharam o terminal nesta manhã

15 novembro 2019 - 14h24Joilson Francelino

A prefeitura lamentou, em nota emitida há pouco, o ocorrido na manhã desta sexta-feira (15) que gerou revolta e protesto de passageiros no Terminal Morenão, em Campo Grande.

A prefeitura ainda esclarece pontos levantados pela Agetran que justificam os atrasos, leia a nota na íntegra:

"A Prefeitura de Campo Grande lamenta o ocorrido nesta sexta-feira (15 de novembro), no Terminal Morenão, onde houve um atraso do ônibus da Linha 072. De acordo com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), o veículo sofreu uma pane durante o tráfego e parou de circular. Com isso, houve um atraso até que fosse feita a substituição do veículo (que não conseguiu chegar ao terminal no horário previsto), o que levou um grupo dos usuários que aguardavam a linha 072 a uma manifestação.

Ainda segundo a Agetran, o veículo reserva que deveria substituir, de imediato, a linha 072 havia sido colocado como reforço para atender a linha 070, pois houve uma demanda acima do previsto naquele horário.

O Município irá averiguar os motivos da falha na linha 072, o que provocou todo o problema e, então, encaminhar as providências cabíveis, uma vez que a manutenção, preventiva e corretiva, dos veículos em circulação são de responsabilidade do Consórcio Guaicurus.

A Guarda Civil Metropolitana informa que foi acionada por volta das 8 horas desta sexta-feira (15) para atender um movimento de usuários que estavam bloqueando a saída e entrada de ônibus no Terminal Morenão. Ao chegar no local averiguou que o grupo não estava permitindo que os demais usuários de outras linhas de ônibus pudessem seguir viagem.

No primeiro momento, o efetivo tentou conversar e orientar os manifestantes para desobstruir a entrada e saída dos veículos. A partir de então, o grupo de manifestantes, aos gritos, afirmou que não iria se retirar da pista, o que impedia a circulação dos veículos.

Como medida cautelar, os GCM’s lançaram no ar spray de pimenta (espargidor de pimenta). Após essa ação houve a liberação do local, garantindo o direito de ir e vir daqueles que estavam utilizando o serviço de transporte coletivo.

A corregedoria da Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social (Sesdes) irá abrir procedimento administrativo para apurar eventual excesso cometido por servidor da Guarda Civil Metropolitana, durante a ação.

Ressalta-se, ainda, que a Sesdes atua dentro da mais cristalina legalidade e em prol da população campo-grandense."

 

Athus Ingles

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