O governador Reinaldo Azambuja disse nesta quarta-feira (19) que aguarda o texto final do Plano de Equilíbrio Fiscal, feito pela União, conhecido como plano Mansueto, para decidir se vai aderir ou não.
Reinaldo destacou que “nada vai andar sem a lei ser aprovada pelos parlamentares e sancionada pelo presidente”. “Fiz a análise de todo o plano com a equipe econômica do governo estadual e, como sabemos que a Câmara dos Deputados vai alterar alguns itens, optamos por aguardar finalizar o texto principal para então decidirmos”, disse.
Para o governador de Mato Grosso do Sul, o plano tem uma série de condicionantes. “Muitas delas são necessárias para o equilíbrio fiscal dos estados, mas algumas extremamente duras, que precisamos discutir melhor com a equipe econômica”, considerou.
O governador elencou as duas condições para se aderir ao plano: uma pela receita corrente líquida e outra pelo nível de endividamento. “Nós poderíamos chegar a R$ 1 bilhão de empréstimo, com aval da união, que poderia ser usado para custeio, para o equilíbrio das contas, pagamento de dívidas e até investimentos, mas como a lei não vai ser igual ao texto que foi enviado, vamos esperar”, disse ao considerar que o plano é uma ferramenta importante para o ajuste equilíbrio fiscal dos 27 estados brasileiros.
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“O plano é uma ferramenta importante para o ajuste equilíbrio fiscal dos 27 estados brasileiros”, destacou Reinaldo Azambuja (Chico Ribeiro)



