O Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Enfermagem do Município de Campo Grande (Sinte-PMCG) e o Sindicato dos Odontologistas do Estado de Mato Grosso do Sul (Sioms) também rejeitaram a proposta apresenta pela prefeitura na última rodada de negociações na segunda-feira (3). As negociações por reajustes continuam, mas o do recesso da Câmara Municipal preocupa.
O presidente do Sinte-PMCG e vereador, Hederson Fritz destaca que a maior preocupação é com o curto tempo para o tramite do reajuste. “Minha maior preocupação é o recesso da Câmara, precisamos entrar em acordo e esse projeto precisa ser aprovado. Se não conseguirmos entrar em acordo até o recesso teremos que esperar mais, e as categorias já estão há muito tempo sem reajuste.”, explica o presidente do Sinte-PMCG e vereador Hederson Fritz.
O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul (Sinmed), também rejeito a proposta da Prefeitura. As três categorias apresentaram uma contraproposta após a reunião com prefeito Marquinhos Trad (PSD).
O presidente do sinte-PMCG ainda destacou que está aguardando o posicionamento da Prefeitura. “A negociação partiu da premissa que a Prefeitura não poderia aumentar a massa financeira da folha de pagamento. A proposta é incorporar gratificações em contrapartida da redução de plantões, sem prejudicar o atendimento a população”, explicou Fritz.
Prefeitura
A proposta é o aumento de no mínimo 15% no salário base através da incorporação de gratificações que atualmente já são pagas pelo Município
No caso dos médicos, a proposta de reajuste no salário base de 15.58% o que aumentaria o salário base de R$2.516,72 para R$2.908,82, por um período de 20 horas semanais.
Quanto a enfermagem, seria incorporado 50% do abono da referência 14, o que representa um aumento de R$17.25% no salário base passando de R$2.067,30 para R$2.423,90.
Já na odontologia seria incorporado ao menos 50% do adicional de desempenho, o que representaria um aumento de 15.58%.
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