O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Dourados (Sinsemd) deve enviar na segunda-feira (9) um ofício à prefeitura para comunicar deflagração de greve no prazo de 72 horas, caso os salários não sejam pagos.
A paralisação que pode ter início já na quinta-feira (12) foi aprovada em assembleia realizada no mês passado, quando também houve atraso nos pagamentos.
Segundo informações do Dourados News, Sandro Menezes Ávalos, representante do sindicado de enfermagem, revelou que a própria presidente do Sinsemd, Rosa Helena Catelan, garantiu o envio da notificação à prefeita Délia Razuk, sem partido, caso os proventos não fossem creditados até 23h59 de ontem.
Isso porque a greve já foi aprovada durante assembleia no dia 12 de agosto. Na ocasião, o funcionalismo público municipal queixava-se do parcelamento da folha salarial, quando somente 44% dos vencimentos foram pagos no quinto dia útil do mês e os 56% restantes na semana seguinte, quando a paralisação era iminente.
a manhã de sexta-feira (6), profissionais de enfermagem e de odontologia foram ao MPE-MS (Ministério Público Estadual) pedir providências porque no início de setembro a prefeitura anunciou o pagamento apenas a servidores com salários líquidos de até R$ 4,1 mil, 75,42% do quadro, enquanto os demais, um quarto do total, só devem receber na próxima semana.
Na Promotoria de Justiça, os servidores foram recebidos pela assessora jurídica do promotor Ricardo Rotunno, que não estava. Ela explicou que município possui é respaldado por artigo da Lei Orgânica que, em tese, permite o atraso desde haja o pagamento do índice de correção monetária.
Foi depois dessa reunião no MPE que o grupo recorreu ao Sinsemd. Porém, também acionou a Câmara de Vereadores, que se comprometeu perante o Sindicato de Odontologia a requerer prestação de contas das verbas federais e estaduais do SUS (Sistema Único de Saúde) transferidas ao município, estabelecendo prazo de 15 para a esclarecer a aplicação desses recursos.
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A paralisação que pode ter início já na quinta-feira (12) foi aprovada em assembleia realizada no mês passado (Reprodução/Internet)


