Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores Públicos em Enfermagem (SINTE/PMCG) lamentou a agressão sofrida por uma enfermeira, de 28 anos, na última sexta-feira (10), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Coronel Antonino, em Campo Grande. O sindicato ainda manifestou “apoio irrestrito à profissional”.
De acordo com o Sinte/ PMCG, depois da agressão a enfermeira ainda foi alvo de ataques difamatórios em redes sociais, “com termos pejorativos e agressivos”.
Na nota de apoio o sindicato também falou sobre o motivo da agressão. “A demora no atendimento nas unidades não dá o direito a qualquer cidadão de agredir física e verbalmente qualquer profissional de saúde ou mesmo desqualificá-lo nas mídias sociais”, explicou.
Agressão
A enfermeira, que foi agredida, relatou que na tarde da última sexta-feira (8), uma criança, de 5 anos, que estava com crise convulsiva foi levada pela a avó a UPA Coronel Antonino. O menino foi encaminhado para a sala de emergência acompanhado da avó.
De acordo com o registro policial, quando a mãe da criança chegou ficou “irritada com o atendimento, pois achou que estava demorando em medicar seu filho” e começou a filmar o atendimento.
O médico que estava no posto pediu para que a mãe do menino parasse de filmar, alegando que haviam outros pacientes no local. A prima da mãe da criança também começou a filmar a confusão, momento em que a enfermeira pediu para que parasse de filmar.
Segundo o registro a mulher que estava filmando segou a mão da enfermeira e a chutou. A polícia foi acionada. Após a agressão o médico saiu do local e o atendimento do Posto foi prejudicado.
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