O jornal americano New York Times revelou que de acordo com fontes do Pentágono e da administração dos Estados Unidos o assassinato General iraniano Qassem Soleimani ordenado pelo presidente Donald Trump na sexta-feira (3), contrariou o Departamento de Defesa do país americano.
De acordo com os funcionários do departamento militar, foi proposta a Trump líquidar o general como uma medida extrema e duvidando que fosse necessário essa decisão.
Ainda segundo o jornal o Presidente Americano em vez de mandar eliminar General ordenou Força Aérea Americana que atacasse as posições do movimento xiita Kara'ib Hezbollah no Iraque perto da fronteira com a Síria no dia 28 de dezembro, provocando protestos em massa em frente à Embaixada Americana em Bagdá no dia 30 do mesmo mês.
A Inteligência Americana suspeitava que as embaixadas americanas nos consulados militares da Síria Iraque e Líbano estavam sob ameaça, ja que o general Soleimani havia visitado essas unidades militares e planejava um ataque. Entretanto alguns funcionários afirmam que as movimentações do Qassem eram normais.
Já neste domingo (5), Trump postou em seu Twitter que estava pronto para atacar com um "golpe rápido e forte" contra 52 alvos no Irã, no caso de um ataque contra os americanos.
Segundo o ministro da Defesa iraniano Amir Khatami, Teerã dará uma "resposta esmagadora" aos que estão por trás do assassinato do general.
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Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (Marlene Awaad)



