O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votou pela inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro por oito anos, contando a partir das Eleições Gerais de 2022. A corte precisava formar quatro votos para ter maioria por cassação.
O primeiro voto foi dado na terça (27) pelo relator da ação, ministro Benedito Gonçalves defendeu tornar Bolsonaro inelegível por 8 anos, 2º a votar, o ministro Raul Araújo divergiu do relator e se manifestou contra a condenação do ex-presidente.
O ministro Floriano de Azevedo Marques e André Ramos Tavares e Cármen Lúcia também votaram pela condenação do ex-presidente. Faltam os votos de Nunes Marques e Alexandre de Moraes.
Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) 0600814-85 ajuizada pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) pediu a inelegibilidade de Jair Bolsonaro e Walter Braga Netto, candidatos à Presidência da República e vice nas Eleições 2022, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Segundo o PDT, o então presidente fez ataques às urnas eletrônicas utilizadas nas eleições naquele evento no Alvorada, transmitido ao vivo pela TV Brasil.
Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro foi absolvido por “não ter sido demonstrada sua responsabilidade na acusação”.
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Ministra Cármen Lúcia crava cassação de Jair Bolsonaro (Reprodução)



